Aos 105 anos, morre a pineira da imprensa pernambucana

isnar-moura-em-preto-e-brancoO jornalismo pernambucano está em luto. Sua profissional mais antiga, Isnar Moura, morreu, aos 105 anos, na noite da última quarta-feira, 22 de outubro, , vítima de falência múltipla de órgãos. O nome dela foi fundamental para a história da imprensa de Pernambuco.

Na década de 40 Isnard Moura começou a trabalhar na redação do Jornal do Commercio, escrevendo sempre sobre educação e sociedade. Em seguida passou a dedicar-se à pesquisa na área pedagógica. Foi autora dos livros Poesia de três idades Admirável mulher do Capitão Zeferino.

Isnard Moura deixou a carreira 76, após deixar sua marca de 40 anos no jornalismo de Pernambuco, aposentando-se “por velhice” e não por serviço, como ela própria fazia questão de frisar.

Nascida em Timbaúba, a jornalista estudou em Olinda e Recife. Estava interna no Hospital dos Servidores e foi sepultada nesta quinta-feira.

 

Brasil é o 3° país mais perigoso para a imprensa na AL

jornalistas-assassinados

A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) divulgou nesta terça-feira (30/9) um ranking dos países mais perigosos para jornalistas na América Latina. O Brasil é o 3º da lista. O México aparece em primeiro lugar, seguido da Colômbia.  Honduras é o 4º país onde o exercício da atividade jornalística é mais perigoso.

“Muitos desses jornalistas foram vítimas de sua ânsia de denunciar as violações dos direitos humanos, crime organizado e corrupção. Quase todos esses crimes continuam impunes até hoje, devido à falta de vontade política e de um sistema judicial eficaz”, declarou entidade no comunicado.

Entre janeiro de 2000 e setembro de 2014, 81 jornalistas foram mortos no México, 56 na Colômbia e 38 no Brasil, de acordo com a agência de notícias internacional EFE. A organização ressalta que em Honduras, onde foram registradas 27 mortes, as estatísticas dispararam após o golpe de Estado de 2009. Ao todo, a Organização Repórteres Sem Fronteiras contabilizou mais de 200 assassinatos de profissionais da imprensa nos últimos 14 anos na América Latina

* Com informações de agências de notícias e Portal ABI

ABRAJET completa 30 anos

abrajetOs 30 anos da Abrajet foi comemorado hoje (01/11), durante almoço com jornalistas filiados, no Mirante Praza Hotel. Para o presidente Luiz Felipe Moura a reunião comemorativa é importante para marcar as três décadas da entidade em prol do turismo e da imprensa.

ABI com novo presidente

Domingos Meirelles

Foto: ABI

O jornalista Domingos Meirelles foi eleito Presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) pela Chapa Vladimir Herzog.  Pela primeira vez na história da entidade, um repórter assume a Presidência da Casa dos Jornalistas.

Duas chapas concorreram à eleição.  A Chapa Vladimir Herzog teve 218 votos e a Chapa Prudente de Morais, neto  147, sendo apurados dois votos nulos. O pleito foi realizado em seis capitais – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Maceió, Brasília e São Luís. Por ter sido instalada posterior ao processo eleitoral, a Representação do Recife não recebeu urna.

A Associação da Imprensa de Pernambuco manifestou congratulações ao novo presidente, diretores e conselheiros, ressaltando a história de Meirelles no jornalismo brasileiro e pela democracia.

 

Morre Marco Aurélio de Alcântara

Marco AurelioNota de Pesar

Expressamos nosso profundo pesar pelo trágico falecimento do jornalista Marco Aurélio de Alcântara, sócio da Associação da Imprensa de Pernambuco desde 1967.

Sua morte representa uma perda para nossa entidade e para a cultura luso-brasileira. A AIP externa a sua solidariedade aos seus familiares, amigos e confrades, registrando a irreparável perda deste ilustre homem das letras que, ao longo de sua vida, prestigiou e honrou nosso Estado.

Nossas condolências.

 

Pesar

Abelardo da Hora 2NOTA DE PESAR

A Associação da Imprensa de Pernambuco (AIP) expressa seu profundo pesar pelo falecimento do nosso associado e artista plástico Abelardo da Hora. Ingresso na AIP na década de 1960, contribuiu ativamente para com a liberdade de imprensa. Na vida, fez de sua arte um diálogo pela melhoria da sociedade e do homem.

Seu falecimento representa uma perda para a sociedade pernambucana, em especial para aqueles que acreditam na arte como instrumento de renovação da humanidade.

Nossas condolências aos familiares e amigos.